Comunicação

Sentimentos, atitudes e emoções baseiam nossas reflexões e ações...

Publicado em : 01/03/2019

Sentimentos, atitudes e emoções baseiam nossas reflexões e ações...

Equipe da Orientação Educacional – Unidade I

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A Escola  Interamérica, desde a sua fundação, tem como pilar o desenvolvimento integral de seus estudantes. Para isso, além de promover uma sólida estrutura pedagógica, investe nas relações interpessoais e intrapessoais como base de estudos para impulsionar o desenvolvimento das habilidades e competências do séc. XXI: pensamento crítico, comunicação, criatividade, trabalho em equipe, resolução de conflito e flexibilidade. O que por sua vez, possibilita ao estudante aprofundar a capacidade de resolver questões referentes a sua vida em sociedade.

O trabalho de desenvolvimento socioemocional está presente desde a Sala Vermelha até o 9º Ano, com o departamento da Orientação Educacional. Na Educação Infantil, as habilidades socioemocionais são incorporadas no cotidiano das salas coloridas. A partir do 1° Ano, para além do trabalho pedagógico que também as contempla, essas habilidades passam a ser sistematizadas e estruturadas em forma de projeto e da atuação do departamento, em contato direto com os(as) estudantes, a equipe pedagógica e as famílias. Na Unidade 1, a equipe é composta pelas orientadoras educacionais Eloá Parada, Patrícia Bertoni e Thais de Lucena. Na Unidade 2, a equipe é composta por Andréa Ribeiro (6° Ano), Felipe Souto (7° Ano), Luciana Milazzo (8º Ano) e Odilon Cardoso (9º Ano). Todas(os) são profissionais capacitadas(os) e habilitadas(os) para trabalhar com os estudantes em suas relações com os colegas e diferentes membros da comunidade escolar, atuando diante dos conteúdos atitudinais, auxiliando na compreensão dos comportamentos e atitudes que essas relações desencadeiam.

Como é o trabalho da Orientação Educacional na Unidade 1?

O trabalho da Orientação Educacional possui dois focos de atuação: preventivo e resolutivo.

O trabalho preventivo é realizado com os estudantes do primeiro ao quinto ano, através do Projeto Conviver Comigo e com o Mundo. Com aulas quinzenais, os estudantes são desafiados a exercitar o autoconhecimento e as habilidades socioemocionais, tais como: o reconhecimento das emoções que antecedem nossas ações; a autorregulação; a divergência de opiniões e o desenvolvimento da empatia. Rodas de conversa, assembleias, jogos, filmes, livros literários, ilustrações, contação de história e diferentes recursos e estratégias são utilizados nas aulas com o objetivo de possibilitar a autorreflexão, tomada de consciência e possíveis mudanças de atitudes.

O trabalho resolutivo acontece a partir das demandas geradas pela convivência escolar, seja na relação entre os pares, com os educadores e com a própria aprendizagem. Como o próprio nome diz, trata-se da mediação após a instauração do conflito ou dos desentendimentos.

É importante apontar que as diferentes situações e conflitos vividos pelos estudantes são acolhidas individualmente, com suas especificidades, respeitando a singularidade dos estudantes e dos fatos.

Assim, trabalhamos com instrumentos específicos que nos auxiliam no processo de mediação dos conflitos e de mudança de atitudes, tais como:

  • Retorno para as famílias (comunicamos no mesmo dia, via telefone, o ocorrido e as medidas tomadas);
  • Advertências (verbal e formal);
  • Metas individuais estabelecidas e acompanhadas frequentemente;
  • Quadro de rotinas para organização dos estudos;
  • Mapeamento de sala: instrumento de acompanhamento da postura de estudante por aluno (frequência, atrasos, saídas antecipadas, ausência de tarefas de casa, esquecimento de material, conflito interpessoal etc.);
  • Registro escrito em ficha dos conflitos, como recurso para reflexão;
  • Suspensão interna (situações em que há recorrência de questões disciplinares em sala de aula).

Qual a relação do trabalho da Orientação Educacional com as famílias?

Com objetivo de afinarmos a parceria das famílias com a escola, a Orientação Educacional atua de forma pontual tratando dos assuntos de forma ética, afim de preservar a singularidade das famílias. Neste contexto, as comunicações das medidas tomadas pela O.E., nas situações de conflito, são reportadas somente às famílias envolvidas, preservando, assim, a integridade de cada estudante envolvido.

A partir das situações vivenciadas diariamente na escola e das demandas trazidas pelas famílias com relação ao desenvolvimento de seus filhos e as características de cada faixa etária, a O.E. também realiza Rodas Reflexivas com as famílias, compartilhando dúvidas, estratégias, angústias e conhecimentos.

            Nossa equipe está à disposição de todas as famílias para que juntos atuemos em prol do desenvolvimento dos estudantes.

         Contem conosco!


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 17/05/2019

Estudar é uma prática constante entre os educadores na nossa escola. A cada demanda, contexto, anseios e problematizações buscamos nos estudos, na literatura e nos especialistas de cada área do conhecimento, o respaldo teórico para nortear e refletir sobre nossas práticas.


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 17/05/2019

O grande problema na sociedade em que vivemos é que tanto crianças quanto adultos nem sempre encontram acolhimento para suas emoções. Sentimentos considerados negativos, como raiva, medo, ciúme e a própria tristeza, parecem não ter espaço em um mundo onde as pessoas não podem desperdiçar o tempo e há um imperativo para ser feliz e bem-resolvido o tempo todo. Além disso, a questão de gênero naturalmente impõe alguns padrões sobre como meninos e meninas devem lidar com seus sentimentos. Enquanto eles são encorajados a reagir com a agressividade, elas são incentivadas ao choro e à melancolia, mas sem reação. E isso começa cedo. Uma pesquisa publicada no periódico Behavioral Neuroscience, da Associação Americana de Psicologia, constatou que pais de meninas respondem mais às demandas emocionais das filhas, quando elas choram ou chamam por eles, do que os pais de meninos fazem com seus filhos. Possivelmente, porque há uma tolerância maior aos sentimentos delas.


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 10/05/2019

O desenvolvimento socioemocional tem sido cada vez mais relevante nos debates internacionais sobre Educação. Parece que, finalmente, o mundo percebeu que o foco da escolarização em habilidades instrumentais e conhecimentos acadêmicos não o livrou das escolhas egoístas que levam à degradação social e ambiental.


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 10/05/2019

Quando os pais deixam de criticar e/ou menosprezar e/ou desviar os filhos do que sentem, eles são capazes de se abrir e a emoção por trás do comportamento fica clara, esse movimento ajuda os pais a compreenderem o que de fato está acontecendo, ao mesmo tempo em que ajuda os filhos a confiarem mais nos pais e a vê-los como aliados - alguém com quem possam contar e pedir ajuda quando necessário.


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 03/05/2019

No mês em que comemoramos o Dia Internacional da Família, busquei um texto que pudesse colaborar com as mais variadas famílias com as quais convivemos, a partir dos anseios, medos e inseguranças que compartilham conosco.


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 26/04/2019

O ser humano se constitui na relação com outros seres humanos. Vivemos em sociedade, na sociedade somos formados e nela, também, podemos atuar e transformar.


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A habilidade de aceitar e conviver bem com a diversidade nos torna mais empáticos e tolerantes. É o que vai nos permitir entrar numa sala de reuniões de uma organização transnacional para uma apresentação a ser feita e transmitir a mensagem que queremos de forma adequada para cada membro da plateia. Ser empático não se restringe às pessoas que conhecemos, mas principalmente com os desconhecidos ou mesmo com personalidades antagônicas. Este é um grande esforço que demanda sensibilidade, inteligência emocional e vontade, para se colocar no lugar do outro e experimentar uma nova perspectiva. Esta é uma habilidade que pode ser aprendida, mas que precisa ser diariamente cultivada.


It is up to you!

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Ao longo de minha vida profissional como professora de inglês e como coordenadora pedagógica, tive que responder a uma série de perguntas de pais de alunos. Uma das perguntas mais frequentes continua sendo: “Qual a idade ideal para que eu coloque meu(minha) filho(a) em uma aula de inglês?”.


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Em um mundo extremamente conectado, sofremos, ironicamente, da desconexão doentia. Estamos desconectados de nós mesmos, das nossas necessidades, dos nossos corpos, das nossas emoções, da Natureza, uns dos outros. E precisamos fazer algo a respeito!

O vídeo acima é um verdadeiro convite à reflexão... Assista-o em família, exercite regras e combinados, dedique tempo a isso...


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Desenvolver as habilidades socioemocionais não é tarefa fácil para aqueles que se propõem a educar, principalmente a família e a escola. Os desafios do séc. XXI são muitos, ainda mais em um contexto histórico-social contraditório em valores, escolhas e atitudes.