Comunicação

Matemática: em contexto de aprendizagem

Publicado em : 03/11/2017

 

“Matemática: em contexto de aprendizagem”

 

Rodrigo Muniz*

 

Falar da aprendizagem e do ensino da Matemática é sempre tema para uma boa reflexão. Desde 1950 a Unesco organiza congressos sobre o assunto, a fim de qualificar a didática desta disciplina em sala de aula, e mais recentemente a preocupação se ampliou para os conceitos educacionais voltados para o século XXI.

Como pensamos a Matemática em nossa escola?

Divertida e envolvente, explorando contextos, visando o desenvolvimento do raciocínio lógico através de jogos e vivências como no Matematicando...

Estimulante e com muita responsabilidade como no Matletas...

Tudo isso e muito, muito mais, buscando sempre qualificação de todos os envolvidos no processo. Isso inclui formação constante da equipe pedagógica, reflexão curricular e atualização de pesquisas na área, trabalho com assessorias externas - tudo isso expandindo as possibilidades do trabalho desenvolvido em sala de aula.

Temos a certeza de que, ao desenvolvermos um trabalho planejado e amparado por documentos que norteiam o processo de ensino e aprendizagem de Matemática, os resultados são os melhores possíveis.

Escolhemos, então, três avaliações externas enquanto instrumentos verificadores de desenvolvimento para analisarmos os resultados dos(as) nossos(as) estudantes.

OBM, OMEG e Canguru da Matemática.

"A Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) é uma realização conjunta do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), aplicada de 1979 até 2016 com estudantes a partir do 6º Ano, Ensino Médio e Ensino Superior das instituições privadas em todo Brasil. Em 2017 está um pouco diferente, ampliando seu escopo, contando com estudantes de todas as instituições públicas e privadas de todo Brasil.

A OBM conta com a participação de mais de 600 mil estudantes em todo Brasil. Em 2015, após três etapas de provas, a organização premiou os 167 melhores estudantes do 6º ao 9º Ano. Quatro desses estudantes são do estado de Goiás, sendo que dois são estudantes da nossa escola. Já em 2016 a organização premiou 170 estudantes do 6º ao 9º Ano. Dois deles são do estado de Goiás, sendo que um é estudante da nossa escola. Em 2017, estamos aguardando o resultado com muita expectativa, pois temos 8 estudantes que fizeram a etapa final da prova com possibilidade de medalhas." (Fonte: http://www.obm.org.br/opencms/quem_somos/regulamento/)

 

 

Premiados OBM 2015 6º Ano a Ensino Médio 

Premiados OBM 2016 6º e 7º Anos 

Premiados OBM 2016 8º e 9º Anos 

 

 

 

 

 

"A Olimpíada de Matemática do Estado de Goiás (OMEG) é realizada pelo Instituto de Matemática e Estatística (IME/UFG) com apoio da OBM desde 1992. Todas as instituições públicas e privadas interessadas podem inscrever no máximo 10 estudantes por nível. Nossa escola participa dos níveis 1 e 2 (6º e 7º Anos) e (8º e 9º Anos). Com a participação nos anos 2014, 2015 e 2016, os resultados dos nossos estudantes nesta Olimpíada são um sucesso e destaque no Estado. Com medalhistas nas três edições, a Escola Interamérica tem recebido o prêmio de Escola Destaque em Goiás e a equipe de Matemática tem sido também premiada – em ambos os casos, prêmios oferecidos pela UFG." (Fonte: https://omeg.mat.ufg.br/n/2825-olimpiada-de-matematica-de-goias)

 

 

Premiados OMEG 2014 6º e 7º Anos 

Premiados OMEG 2014 8º e 9º Anos 

Premiados OMEG 2015 6º e 7º Anos 

Premiados OMEG 2015 8º e 9º Anos 

Premiados OMEG 2016 6º e 7º Anos 

Premiados OMEG 2016 8º e 9º Anos 

A cada ano, na terceira quinta-feira do mês de março, um gigantesco número de estudantes (neste ano, mais de seis milhões) em todo o mundo faz parte de um importante evento internacional de Matemática, uma competição chamada Canguru da Matemática. A cada ano, representantes de mais de 56 países se reúnem para elaborar a prova (Neste ano, reuniram-se em Lviv, Ucrânia). A mesma prova é feita por todos os(as) estudantes de todas as escolas interessadas, de todos os países participantes. Em três edições que nossa escola já participou, nossos estudantes colecionam 103 medalhas. (ouro, prata e bronze).

38 Medalhistas na Canguru de Matemática 2016

36 Medalhistas na Canguru de Matemática 2017 4º e 5º Anos

29 Medalhistas na Canguru de Matemática 2017 6º a 9º Ano

Estes resultados validam nosso trabalho e nos fazem acreditar que estamos no caminho certo, com plena consciência de que temos muito a fazer. Não é simplesmente fazer, mas fazer com responsabilidade. É nisso que acreditamos, contando com o apoio de todas as famílias, que têm nos apoiado em todas estas ações tão positivas, que proporcionam a nossos(as) estudantes a oportunidade ímpar de experimentar outras modalidades de verificação de desempenho tão importantes para seu desenvolvimento mais amplo.


*Rodrigo Muniz é professor de Matemática das turmas de 6º Ano e dos Matletas na Escola Interamérica - Unidade II 


 


Desenvolvimento e desafios: 2018 em revista.

Desenvolvimento e desafios: 2018 em revista.

 30/11/2018

“A escola é um universo que colide com outro universo, que é o aluno do novo século, que está conectado com diversas tendências, diversas formas de pensar e com muitos caminhos possíveis para trilhar.”**

Neste contexto, estamos sempre nos reconstruindo para atender e entender esses jovens com seu universo em expansão e que necessitam de um espaço cujo conhecimento seja agregador, envolvente, abrangente e humanizador. Sabemos da nossa responsabilidade em formar pensadores, mentes conectadas com seu tempo, pessoas relevantes, autênticas, éticas e desbravadoras.


Feira Cultural: espaço de comunicação e aprendizagem

Feira Cultural: espaço de comunicação e aprendizagem

 23/11/2018

É publico e notório que o ser humano aprende fazendo, e mais, aprende de fato quando ensina. Não é à toa que as licenciaturas têm em seus currículos momentos nos quais os(as) futuros(as) professores(as) devem preparar aulas, lecioná-las e posteriormente avaliar os resultados obtidos de maneira a qualificar o trabalho desenvolvido. No entanto, ainda assim nada substitui a experiência do fazer com o outro. De maneira análoga, dentre os objetivos da Feira Cultural, podemos listar a comunicação de resultados e o trabalho colaborativo, estas competências do século XXI, que na verdade são atemporais e não tem prazo de validade. Aprende-se muito quando se faz.


Adultos autênticos. Jovens seguros.

Adultos autênticos. Jovens seguros.

 09/11/2018

Os jovens, em processo de formação, buscam encontrar modelos nos adultos com quem convivem e, quase sempre inconscientemente, testam-nos para saber se podem confiar neles, se eles lhes trazem a segurança necessária para a sua formação. Se não encontram nesses, vão, invariavelmente, buscar essa segurança noutras opções, noutras possibilidades nem sempre recomendáveis, como temos visto frequentemente no dia a dia e pela imprensa.

Entretanto, cabe perguntar qual é aquele “modelo” de adulto que satisfaz a procura do jovem.


Lidando com um adolescente através da Comunicação Não Violenta (CNV)

Lidando com um adolescente através da Comunicação Não Violenta (CNV)

 26/10/2018

O adolescente, diferente da criança, pode não demonstrar facilmente aquilo que sente, nem falar de seus conflitos, tristezas e frustrações. E esse comportamento torna desafiador para a família compreender as emoções do jovem e lidar com elas, em especial quando não existe ou há pouco diálogo familiar.

Dentre inúmeras ferramentas ou meios de lidar com as emoções dos adolescentes, trouxemos aqui, para contribuir com a harmonia familiar, a COMUNICAÇÂO NÃO VIOLENTA (CNV), uma abordagem proposta pelo psicólogo americano Marshall B Rosenberg.


A Relação entre Pais e Filhos

A Relação entre Pais e Filhos

 19/10/2018

Segundo o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman, autor do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida juntos” (Editora Integrare), nem tudo que o adolescente faz é por birra ou pura rebeldia. E, antes de culpá-los por um relacionamento distante, os pais também devem notar os próprios erros.


Filhos não são presentes

Filhos não são presentes

 05/10/2018

Filhos não são presentes. São surpresas que a vida nos proporciona. Um presente, quando não gostamos, ou quando não nos serve, resolvemos de forma simples: trocamos, passamos pra frente, ou guardamos com a intenção de não magoar quem nos presenteou e juramos pra nós mesmos que, algum dia, usaremos. Já nossos filhos! Ah que bela e não tão fácil surpresa. Um filho pode nunca vir a ser o que tanto sonhamos. Não podemos simplesmente trocá-los ou fingirmos que não existem. Ainda bem! Eles não podem carregar todas as nossas expectativas, pois elas são só nossas.


O que pretende a educação em valores?

O que pretende a educação em valores?

 28/09/2018

O principal objetivo da educação em valores é ajudar os alunos a aprender a viver. Essa é a primeira tarefa dos seres humanos, porque, apesar de estarmos preparados para viver, precisamos adotar um modo de vida que seja sustentável


O que te faz sentir (bem)?

O que te faz sentir (bem)?

 28/09/2018

A felicidade é uma questão relativa. Algumas pessoas vão dizer que estão nas coisas simples da vida; outras em conquistar seus objetivos, seus sonhos; outras pessoas vão dizer que ela está nas boas relações. Mas, mesmo sendo tão relativa, a felicidade é o objetivo de todos e é colocada, na maioria das vezes, em um local inalcançável, em um futuro distante ou ao final de uma jornada bem específica que só alcançamos depois de matar alguns monstros e desenvolver certas habilidades.


A ausência nas relações

A ausência nas relações

 24/09/2018

Atualmente, fala-se muito em fragilidade emocional, os desafios de educar na era digital, a desconexão entre os indivíduos e a superficialidade das relações. Tudo isso não é novidade, mas o que de fato poderia ser feito para mudar esse cenário?

A vulnerabilidade das relações é perceptível, inclusive numa das relações mais estruturantes que é entre pais e filhos. Sempre houve uma diferença conflituosa entre as gerações, diferença esta, salutar, uma vez que promovia discussões, desentendimentos, conversas, questionamentos, mas, com certeza, também muito aprendizado. Mais forte que isso é pensar que as discussões não aconteciam pelo Whatsapp ou pelas redes sociais, as pessoas não eram simplesmente bloqueadas como se assim os conflitos fossem resolvidos. Havia olho no olho, havia presença física.


O desafio de transmitir bons valores

O desafio de transmitir bons valores

 14/09/2018

As últimas décadas assistiram a enormes mudanças na família, especialmente no que se refere à educação dos filhos. Há pouco tempo, ser bom pai significava ensinar a respeitar os mais velhos, dar estudo, segurança etc.