Comunicação

Estudar, pesquisar e comunicar: três competências fundamentais no cotidiano escolar

Publicado em : 03/09/2018

 

Estudar, pesquisar e comunicar:

três competências fundamentais no cotidiano escolar

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São muitas as experiências e vivências de nossa comunidade escolar (educandos, educadores, famílias) compartilhadas no cotidiano. Cada família, a seu modo, se prepara e organiza para levar as filhas e filhos à escola. Para algumas, é preciso acordar cedo; para outras, almoçar mais cedo para poder chegar no início da tarde. Algumas famílias não costumam tomar o café da manhã, outras, por sua vez, costumam fazer o desjejum juntos. Cada qual, a sua maneira, se prepara para levar os filhos (as) à Interamérica. E, todos os dias, a escola se organiza , com muito amor e carinho, para receber seus educandos e familiares.

Este pequeno recorte do cotidiano escolar, e tudo o que ele envolve, revela a importância e valor que atribuímos à educação das crianças e jovens. E é por compreender e valorizar uma educação com significância e significado, que o ensinar e aprender, aqui na nossa escola, é princípio base de nossas ações.

Pautamo-nos em um estudo academicamente forte, baseado na autonomia, no saber pesquisar, levantar hipóteses, investigar, refletir, elaborar e, principalmente, comunicar as descobertas. A aprendizagem baseada em projetos, uma de nossas propostas didáticas, torna o aprender, fazer e comunicar inseparáveis.

Os eventos e reuniões de nossa escola, tal como o Happy Hour, Mostra Integrada de Arte e Feira Cultural, são representativos de nosso processo formativo, pois, para chegar à exposição dos trabalhos e projetos realizados, os educandos percorrem experiências de discussões de ideias, elaboração de trabalhos em grupo, diálogo, reflexão, autorreflexão, construção coletiva do conhecimento e autonomia em seu processo de aprendizado.

Este é o jeito Interamérica de Ser e Fazer: uma escola pensada, planejada, acompanhada e concretizada por educadores movidos a cuidar de detalhes fundamentais para que o processo de aprendizado seja de grande significado.

 

Eloá Azzena Parada

Orientadora Educacional – Unidade I


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 15/02/2019

Na vida, passamos por diversos tipos de aprendizagem: matemática, línguas, ciências naturais, ciências humanas etc. A lista é extensa e quem frequenta a escola sabe bem do que eu estou falando. Conteúdos importantes, cada um nos ensinando a olhar a vida de um jeito novo.


Educar para a solidariedade

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 08/02/2019

“Não basta que as crianças ouçam falar de valores. Para aprender, elas devem experimentar e incorporar esses valores. Não basta sentir, experimentar e pensar sobre valores.


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Quem nunca errou ao usar seu celular? Os puros absolutos podem jogar a primeira pedra nos pecadores do vale da morte da etiqueta digital. Luciana Caran e Thais Herédia lançaram o Manual dos Pecados Digitais com ilustrações de Maria Eugênia Longo. O texto é uma arma eficaz para que cada um de nós pare e pense a respeito dos exageros e grosserias da era digital.


Eu conheço o meu filho?

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 01/02/2019

Quando pergunto se conhece, não estou falando sobre saber da rotina, o que ele faz. Estou me referindo ao conhecê-lo: saber do que gosta, o que agrada ou desagrada. Vou deixar algumas perguntinhas para que você reflita e invista nessa busca em conhecê-lo.


Como estudar

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 01/02/2019

O maior inimigo da concentração é o seu smartphone. Quem não quer estudar deixa o aparelho acessível. Quem deseja focar com sucesso tranca em gaveta longe.


Desenvolvimento e desafios: 2018 em revista.

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 30/11/2018

“A escola é um universo que colide com outro universo, que é o aluno do novo século, que está conectado com diversas tendências, diversas formas de pensar e com muitos caminhos possíveis para trilhar.”**

Neste contexto, estamos sempre nos reconstruindo para atender e entender esses jovens com seu universo em expansão e que necessitam de um espaço cujo conhecimento seja agregador, envolvente, abrangente e humanizador. Sabemos da nossa responsabilidade em formar pensadores, mentes conectadas com seu tempo, pessoas relevantes, autênticas, éticas e desbravadoras.


Feira Cultural: espaço de comunicação e aprendizagem

Feira Cultural: espaço de comunicação e aprendizagem

 23/11/2018

É publico e notório que o ser humano aprende fazendo, e mais, aprende de fato quando ensina. Não é à toa que as licenciaturas têm em seus currículos momentos nos quais os(as) futuros(as) professores(as) devem preparar aulas, lecioná-las e posteriormente avaliar os resultados obtidos de maneira a qualificar o trabalho desenvolvido. No entanto, ainda assim nada substitui a experiência do fazer com o outro. De maneira análoga, dentre os objetivos da Feira Cultural, podemos listar a comunicação de resultados e o trabalho colaborativo, estas competências do século XXI, que na verdade são atemporais e não tem prazo de validade. Aprende-se muito quando se faz.


Adultos autênticos. Jovens seguros.

Adultos autênticos. Jovens seguros.

 09/11/2018

Os jovens, em processo de formação, buscam encontrar modelos nos adultos com quem convivem e, quase sempre inconscientemente, testam-nos para saber se podem confiar neles, se eles lhes trazem a segurança necessária para a sua formação. Se não encontram nesses, vão, invariavelmente, buscar essa segurança noutras opções, noutras possibilidades nem sempre recomendáveis, como temos visto frequentemente no dia a dia e pela imprensa.

Entretanto, cabe perguntar qual é aquele “modelo” de adulto que satisfaz a procura do jovem.


Lidando com um adolescente através da Comunicação Não Violenta (CNV)

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 26/10/2018

O adolescente, diferente da criança, pode não demonstrar facilmente aquilo que sente, nem falar de seus conflitos, tristezas e frustrações. E esse comportamento torna desafiador para a família compreender as emoções do jovem e lidar com elas, em especial quando não existe ou há pouco diálogo familiar.

Dentre inúmeras ferramentas ou meios de lidar com as emoções dos adolescentes, trouxemos aqui, para contribuir com a harmonia familiar, a COMUNICAÇÂO NÃO VIOLENTA (CNV), uma abordagem proposta pelo psicólogo americano Marshall B Rosenberg.