Comunicação

Educar para a solidariedade

Publicado em : 08/02/2019

 

Educar para a solidariedade

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“Não basta que as crianças ouçam falar de valores. Para aprender, elas devem experimentar e incorporar esses valores. Não basta sentir, experimentar e pensar sobre valores. As habilidades sociais servem para capacitar o uso de valores ao longo do dia. Nossas crianças precisam ver os efeitos de seus comportamentos e escolhas e serem capazes de tomar decisões socialmente conscientes. ”

Tillman e Hsu

 

Os seres humanos vivem em sociedade. Atualmente, essa sociedade estimula, por meio das mídias e do inconsciente social, o consumo desmedido e, consequentemente, valoriza mais o ter do que o ser. Daí, se não ficarmos atentos, corremos o risco de olharmos somente para o “próprio umbigo”, quando, na realidade, não devemos perder de vista o fato de que o bem comum se expressa através da fórmula “nós”.

Isso significa que nunca deveríamos sentir indiferença com a dor dos outros, porque a compaixão que surge do coração nos leva a conectarmo-nos com o próximo e a procurar uma maneira de ajudar. Assim, aparece a solidariedade, um valor muito importante para a sociedade desenvolvida, que trabalha de forma constante para defender os direitos dos grupos mais vulneráveis, fazendo frente às injustiças sociais

A solidariedade leva à ajuda altruísta, generosa e desinteressada que surge do coração, a partir da máxima que afirma “temos que dar sem esperar nada em troca”, porque aquele que dá o melhor de si para o outro descobre que já recebeu o maior prêmio e a melhor recompensa: o bem é um tesouro que traz imensa satisfação pessoal tanto a quem dá como a quem recebe.

Sabemos que existem diversas entidades sociais que trabalham para o bem comum. Essas entidades precisam do apoio de voluntários envolvidos em uma causa. Nós, da Escola Interamérica, juntamente com as famílias nos unimos para contribuir com diferentes causas. Associamo-nos ao Instituto Ninhos para coleta de materiais escolares, afim de doar aos estudantes que não possuem poder aquisitivo para adquirí-los. Vejam o vídeo dessa campanha: https://www.youtube.com/watch?v=Y8gfH-dJlPY&feature=youtu.be.

Ao longo do ano, promovemos diversas campanhas solidárias juntamente com os estudantes e seus familiares. Logo, logo daremos início a nossa campanha Páscoa Gentil, com objetivo de arrecadar alimentos para os internos no Hospital do Câncer e Hospital das Clínicas. Outras campanhas acontecerão durante o JOIA e o Joinha.

A solidariedade é um aprendizado adquirido no momento em que se toma consciência de um problema real. Ela pode ser colocada em prática no ambiente mais próximo. Ser solidário é apostar na inteligência emocional de viver sendo verdadeiramente humano.

É preciso desenvolver em nossos estudantes os valores universais que ensinam o respeito e a dignidade a cada pessoa. Alimentar esses valores promove o bem-estar individual e da sociedade como um todo.

Nós, da Escola Interamérica, queremos que nossos estudantes se desenvolvam numa atmosfera em que imperem os valores, em um ambiente positivo, seguro, respeitoso e de mútua atenção, na qual sejam capazes de aprender e fazer escolhas socialmente conscientes.

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Texto adaptado: https://conceitos.com/solidariedade/


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O grande problema na sociedade em que vivemos é que tanto crianças quanto adultos nem sempre encontram acolhimento para suas emoções. Sentimentos considerados negativos, como raiva, medo, ciúme e a própria tristeza, parecem não ter espaço em um mundo onde as pessoas não podem desperdiçar o tempo e há um imperativo para ser feliz e bem-resolvido o tempo todo. Além disso, a questão de gênero naturalmente impõe alguns padrões sobre como meninos e meninas devem lidar com seus sentimentos. Enquanto eles são encorajados a reagir com a agressividade, elas são incentivadas ao choro e à melancolia, mas sem reação. E isso começa cedo. Uma pesquisa publicada no periódico Behavioral Neuroscience, da Associação Americana de Psicologia, constatou que pais de meninas respondem mais às demandas emocionais das filhas, quando elas choram ou chamam por eles, do que os pais de meninos fazem com seus filhos. Possivelmente, porque há uma tolerância maior aos sentimentos delas.


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