Comunicação

A importância da construção dos valores para gerar transformação

Publicado em : 10/05/2019

 

A importância da construção dos valores para gerar transformação

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O desenvolvimento socioemocional tem sido cada vez mais relevante nos debates internacionais sobre Educação. Parece que, finalmente, o mundo percebeu que o foco da escolarização em habilidades instrumentais e conhecimentos acadêmicos não o livrou das escolhas egoístas que levam à degradação social e ambiental. Assim, ganha força a proposta de que a escola deve garantir o desenvolvimento socioemocional. E essa posição aparece como uma inovação na Educação. A escola precisa reconhecer a importância de criar estratégias para o desenvolvimento emocional e afetivo. Todos os grandes educadores já disseram isso. Mas é preciso atentar para aspectos específicos do debate.

Há diversas formas de enumerar as habilidades socioemocionais. Em geral, mencionam-se autodisciplina, motivação, amabilidade e resiliência, entre outras. Sempre concordando com a importância de atentar para seu desenvolvimento, é bom lembrar que pessoas com comportamento antissocial, como corruptos ou ladrões, muitas vezes dominam bem essas habilidades. Ou seja, por si só, o desenvolvimento socioemocional não garante a opção pelo bem comum. Argumenta-se que é importante trabalhar essas habilidades para favorecer o avanço na escolaridade com a redução do absenteísmo, da evasão escolar e melhora do desempenho acadêmico, o que levaria ao aumento da empregabilidade e melhores salários.

Ou seja, promovem-se as habilidades socioemocionais para que os estudantes se adaptem à estrutura escolar e, depois, tenham sucesso no mercado de trabalho. Bem, isso é o oposto da visão sobre a inovação no sistema educacional: é preciso que a escola se adapte, ou melhor, continuamente se reinvente, para que seus alunos se sintam engajados e motivados a aprender. Depois, terão melhores condições em um mundo do trabalho que está exigindo cada vez menos a capacidade de repetição e cada vez mais a criação.

No entanto, mais importante é que o jovem desenvolva os valores necessários para se engajar na transformação necessária para a superação da degradação social e ambiental que hoje ameaça o futuro.

Helena Singer é doutora em Sociologia e líder da Estratégia de Juventude para a América Latina na Ashoka. Foi assessora especial do MEC

 


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Estudar é uma prática constante entre os educadores na nossa escola. A cada demanda, contexto, anseios e problematizações buscamos nos estudos, na literatura e nos especialistas de cada área do conhecimento, o respaldo teórico para nortear e refletir sobre nossas práticas.


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 17/05/2019

O grande problema na sociedade em que vivemos é que tanto crianças quanto adultos nem sempre encontram acolhimento para suas emoções. Sentimentos considerados negativos, como raiva, medo, ciúme e a própria tristeza, parecem não ter espaço em um mundo onde as pessoas não podem desperdiçar o tempo e há um imperativo para ser feliz e bem-resolvido o tempo todo. Além disso, a questão de gênero naturalmente impõe alguns padrões sobre como meninos e meninas devem lidar com seus sentimentos. Enquanto eles são encorajados a reagir com a agressividade, elas são incentivadas ao choro e à melancolia, mas sem reação. E isso começa cedo. Uma pesquisa publicada no periódico Behavioral Neuroscience, da Associação Americana de Psicologia, constatou que pais de meninas respondem mais às demandas emocionais das filhas, quando elas choram ou chamam por eles, do que os pais de meninos fazem com seus filhos. Possivelmente, porque há uma tolerância maior aos sentimentos delas.


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 03/05/2019

No mês em que comemoramos o Dia Internacional da Família, busquei um texto que pudesse colaborar com as mais variadas famílias com as quais convivemos, a partir dos anseios, medos e inseguranças que compartilham conosco.


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O ser humano se constitui na relação com outros seres humanos. Vivemos em sociedade, na sociedade somos formados e nela, também, podemos atuar e transformar.


O poder transformador da empatia nas relações humanas

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 12/04/2019

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Ao longo de minha vida profissional como professora de inglês e como coordenadora pedagógica, tive que responder a uma série de perguntas de pais de alunos. Uma das perguntas mais frequentes continua sendo: “Qual a idade ideal para que eu coloque meu(minha) filho(a) em uma aula de inglês?”.


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Em um mundo extremamente conectado, sofremos, ironicamente, da desconexão doentia. Estamos desconectados de nós mesmos, das nossas necessidades, dos nossos corpos, das nossas emoções, da Natureza, uns dos outros. E precisamos fazer algo a respeito!

O vídeo acima é um verdadeiro convite à reflexão... Assista-o em família, exercite regras e combinados, dedique tempo a isso...


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Desenvolver as habilidades socioemocionais não é tarefa fácil para aqueles que se propõem a educar, principalmente a família e a escola. Os desafios do séc. XXI são muitos, ainda mais em um contexto histórico-social contraditório em valores, escolhas e atitudes.


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O contato com a natureza, de acordo com ele, pode ressignificar a vida de adultos e crianças. O meio ambiente faz com que nossas crianças superestimuladas, possam ter suas energias dissipadas e reequilibradas. O convívio com árvores, gramados, parques, enfim, com o “verde” faz muito bem para a saúde física e mental.